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Gesel-UFRJ participará do Seminário FALE 2012, que será realizado nos dias 20 e
21 de março, no auditório do Centro de Tecnologia 2 - campus Fundão da UFRJ. O Programa de Mapeamento de Pesquisas
Quinta, 9 de fevereiro de 2012
Gesel participa de seminário sobre energias alternativas na UFRJ
Cade aprova consórcios Norte Energia e Brasventos
O Cade aprovou, dia 8 de fevereiro, dois processos no
setor de energia. Ambos foram aprovados por unanimidade e sem restrições. Um
dos processos tratava da aquisição, pela Amazônia Energia, de participação
minoritária no capital da Norte Energia, de 9,77%, em função da saída de outras
empresas. O outro processo tratava de um consórcio formado entre a J. Malucelli
Energia, Eletronorte e Furnas para criar a Brasventos, empresa que apresentará
nova capacidade de geração de energia. Após a operação, a Malucelli passa a
contar com 51% de participação no capital social da Brasventos, enquanto as
outras duas empresas detêm 24,5% cada. O consórcio foi formado para participar
de um processo de licitação da Aneel para contratação de energia elétrica de
fonte eólica. As empresas ganharam o leilão e a Brasventos foi autorizada a ser
uma produtora independente, desde que implante e explore a Central Geradora
Eólica Rei dos Ventos, localizada em Galinhos (RN). (Estado de S. Paulo - 08.02.2012)
Cade aprova entrada de Cemig e Light em Belo Monte
O Cade aprovou, dia 8 de fevereiro, por unanimidade e
sem restrições, a entrada da Cemig e da Light no capital da Norte Energia,
concessionária da hidrelétrica de Belo Monte. As duas empresas anunciaram a
operação em outubro do ano passado. Elas adquiriram, por 118,7 milhões de
reais, fatia de 9,77% da concessionária, por meio da Amazônia Energia, empresa
na qual a Light tem 51 por cento das ações ordinárias e a Cemig GT, 49 % das
ações com direito a voto. A operação foi aprovada pelos conselheiros do Cade em
bloco, juntamente com outros casos que estão na pauta da reunião do dia 7 de
fevereiro. (Estado de S. Paulo - 08.02.2012)
Orçamento da hidrelétrica de Jirau é revisado em R$2,6 bilhões e vai a R$15,1 bilhões
A franco-belga GDF Suez anunciou, dia 8 de fevereiro,
em teleconferência com analistas de mercado, a revisão do orçamento da
hidrelétrica de Jirau, que está sendo construída no rio Madeira, em Rondônia. O
valor passou de R$12,5 bilhões para R$15,1 bilhões. A alteração leva em conta
uma expansão na capacidade, com novas turbinas, que custará R$1 bilhão. O
restante é referente a “mudanças de escopo e de cronograma”, bem como a
provisões para mitigar riscos do projeto, como a discussão com seguradoras para
o ressarcimento de danos causados ao canteiro no ano passado por uma revolta
dos trabalhadores. Já a alteração nos prazos da usina está ligada a esse evento
e ao atraso na linha de transmissão que vai escoar a geração. A previsão é de
que o linhão esteja pronto para operar no final deste ano, mesma data prevista
para o funcionamento da primeira máquina de Jirau. (Jornal da Energia –
08.02.2012)
Diretor da Tractebel Energia afirma que Jirau está dentro do cronograma
De acordo com Eduardo Sattamini, diretor financeiro e
de relação com investidores da Tractebel Energia, afirmou que a usina
hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, Rondônia, está dentro do cronograma e
prevista para entrar em operação no último trimestre de 2012. Já a linha de
transmissão do Rio Madeira, que vai escoar a produção na região, embora esteja
atrasada deverá ficar pronta em novembro deste ano. A previsão inicial era
fevereiro de 2012. “O linhão está dentro da expectativa do nosso controlador
[GDF Suez]”, disse. (Valor Online – 08.02.2012)
Comissão do Senado aprova direcionamento de investimento em eficiência energética para indústria
A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação,
Comunicação e Informática do Senado aprovou, dia 8 de fevereiro, o projeto de
lei 430/2011 que altera a lei 9.991/2000, focando os investimentos em
eficiência energética para indústria nacional. Atualmente, os investimentos das
distribuidoras, correspondente a 0,5% da receita líquida, têm focado os consumidores
de baixa renda. O PL será encaminhado a Comissão de Serviços de Infraestetura
do Senado, que a analisará de forma terminativa. (Agência CanalEnergia –
08.02.2012)
Atualização das vidas úteis dos bens e instalações do setor é aprovada
A diretoria da ANEEL aprovou, em reunião colegiada
realizada dia 8 de fevereiro, a atualização das vidas úteis dos bens e
instalações em serviço no setor elétrico. O assunto foi tema da Audiência Pública nº 121/2010,
realizada entre 17/12/2010 e 04/03/2011. Com a decisão, foram atualizados os
percentuais associados às taxas de depreciação dos ativos utilizados para o
exercício de atividades de energia elétrica. Além de estabelecer novas taxas de
depreciação anuais para os ativos em serviço, a resolução aprovada altera o
MCPSE e determina que as concessionárias procedam ao cálculo e à contabilização
das novas quotas periódicas de depreciação a partir de 1º/01/2012. (Aneel –
08.02.2012)
Aneel homologa alterações no modelo Newave
A Aneel homologou a alteração no manual de referência
do modelo Newave, conforme despacho publicado no DOU do dia 8 de fevereiro. Segundo
a Aneel, a alteração está no item 3,2, onde está a substituição do termo
"energia firme" por "garantia física", para a definição do
número de máquinas base. No mesmo documento, a Aneel determina ao ONS e à CCEE
que representem no Newave o número de máquinas base conforme alteração
destacada, a partir do programa mensal da operação de março deste ano. (Agência
CanalEnergia – 08.02.2012)
MME enquadra reforços de transmissão e usinas no Reidi
O MME aprovou o enquadramento de projetos de reforços
e melhorias em instalações de transmissão e de duas usinas, sendo uma eólicas e
uma termelétrica, no Reidi. As portarias que tratam do tema foram
publicadas no DOU do dia 8 de fevereiro. Na parte de transmissão, o MME aprovou
melhorias para projetos de Furnas, nos estados de Goiás e São Paulo; a Cteep
teve enquadrado um projeto também em São Paulo. Por último, a CEEE-GT recebeu
enquadramento para obras de melhorias no Rio Grande do Sul. Já na parte de
geração, o MME enquadrou no Reidi a termelétrica Passatempo, da LDC Bioenergia.
Também foi enquadrada no regime a eólica Caetité, no município de mesmo nome,
no estado da Bahia. (Agência CanalEnergia – 08.02.2012)
Presidente-executiva da Abeeólica afirma ter que se buscar uma modicidade tarifária sustentável
Apesar de os leilões por preço terem levado a uma grande
expansão da contratação de parques eólicos, a presidente-executiva da Abeeólica
critica o atual modelo de contratação. “Temos que buscar uma modicidade
tarifária sustentável. A matriz tem que ser pensada de maneira estratégica. E
hoje quem vem guiando ela é o preço”, lamentou. Para Élbia, a preocupação em
criar a maior competição possível nasceu de uma tendência de custos crescentes
na geração de energia que não se confirmou. Como a cada certame as tarifas têm
sido menores, seria possível mudar. Na semana passada, em evento no Rio de
Janeiro, empreendedores do setor eólico admitiram que muitas vezes o
custo-benefício, na hora de criar um preço baixo, faz com que os parques gerem
menos do que poderiam. Isso porque o ganho de energia com uma máquina mais
eficiente não resultaria em uma retração significativa na tarifa. (Jornal da Energia – 08.02.2012)
Ricardo Pigatto, da Abragel afirma que com o atual modelo de leilões no futuro a energia será mais cara
Para Ricardo Pigatto, da Abragel, certames por fonte e
regionais são “uma obviedade” que não é colocada em prática devido a “dogmas”
do atual modelo. “Temos que sair do leilão só por preço, de colocar todas
fontes para competir e depois sair correndo atrás com transmissão. O modelo
está aí para ser mudado. Ali na frente vamos acabar pagando mais caro por essa
energia”, opinou. (Jornal da Energia – 08.02.2012)
Fato de leilão das linhas de transmissões ser depois do de usinas recebe duras criticas
Durante o Wind Forum
Evento em São Paulo analisa expansão do setor energético no país
Durante os dias 14 e 15 de fevereiro acontece,
Eletrobras indica nova diretoria da Celg Distribuição
Tomou posse nesta terça-feira (7/2) a nova diretoria
da Celg Distribuição. Os principais nomes foram indicados pela Eletrobras, que
está em um processo ao fim do qual assumirá o controle da companhia, com 51%
das ações. A vice-presidência e a diretoria técnica continuaram nas mãos de
executivos que já estavam na estatal estadual. A presidência ficou com Leonardo
Lins de Albuquerque, enquanto Paulo Sérgio Petis Fernandes ocupou a diretoria
econômico-financeira. O ex-presidente da companhia, Humberto Eustáquio Tavares,
que havia sido indicado pelo governo, passou a ser diretor técnico. Segundo
informações do governo de Goiás, a composição acionária da companhia ainda não
foi alterada. Portanto, o Estado ainda tem 99% das ações. Ao final do processo
de transição, a Eletrobras assumirá o controle em definitivo e restará ao
governo a parcela minoritária na sociedade. (Jornal da Energia – 08.02.2012)
Cemig-D, AES Sul e outras empresas têm recursos avaliados pela Aneel
A ANEEL acolheu parcialmente o recurso interposto pela CEMIG e reduziu de
R$ 16,5 milhões para R$ 3, 3 milhões a multa por infrações relacionadas ao
cálculo dos índices de continuidade em 2008 e 2009 e ao correspondente crédito
de compensações a consumidores. A decisão foi tomada pela diretoria da agência
na última terça-feira (07/02). Também foram avaliados os recursos das empresas AES
Sul, Angélica Agroenergia Ltda e Centrais Candeeiro de Energia Ltda, que
deverão pagar à ANEEL (diretamente ou via agências estaduais), respectivamente,
R$ 1,19 mi, R$ 126 mil e R$ 2,8 mil. No caso da AES Sul, o pleito de celebração
de Termo de Ajuste de Conduta (TAC) não foi aceito pela ANEEL. As decisões
encerram a possibilidade de recurso na esfera administrativa. (Aneel – 08.02.2012)
