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Maio 2012 CASTRO, Nivalde José de.,DANTAS, Guilherme., BRANDÃO, Roberto Em artigo publicado pelo Valor Econômico, o coordenador do GESEL/UFRJ, Nivalde de Castro e os pesquisadores, Roberto Brandao e Guilherme Dantas, analisam a matriz energética brasileira. De acordo com os especialistas, a realidade energética brasileira é distinta da mundial, já que, enquanto no mundo, a proporçao de fontes renováveis é de 13%, no Brasil, essa proporçao chega a 45%. Segundo a equipe do GESEL, a alternativa que representa o menor custo de produçao de energia brasileira é a renovável, o que é um caso único entre os países de maior porte. Entre essas alternativas, a energia eólica, que vem se inserindo sem o uso de tarifas subsidiadas, é uma das mais importantes para complementar o SEB. Contudo, as perspectivas da matriz energética também precisam levar em conta as reservas do pré-sal, que transformarao o Brasil em um grande produtor de hidrocarbonetos. Entretanto, estudos desenvolvidos pelo GESEL/UFRJ salientam que a política energética brasileira nao deve estar fundamentada somente na oferta de petróleo e gás e nos investimentos em fontes renováveis, o planejamento tem que ter um caráter integrado, a fim de garantir a segurança do suprimento energético com preços competitivos e minimizaçao dos impactos ambientais. Ainda de acordo com os especialistas, a prioridade para fontes renováveis é uma oportunidade para o Brasil ganhar uma maior competitividade no mercado internacional.
Janeiro 2012 CASTRO, Nivalde José de.,DANTAS, Guilherme., PAES, Kurt E. O artigo "Perspectivas para a Geração Fotovoltaica no Brasil", escrito pelos pesquisadores Nivalde de Castro, Guilherme Dantas e Kurt Paes foi publicado no site Canal Energia.
CASTRO, Nivalde José de.,DANTAS, Guilherme., LEITE, André Luís da Silva Neste artigo do GESEL, os autores (Nivalde J. de Castro, Guilherme de A. Dantas e André da Silva Leite) debatem a polêmica gerada em torno da construção da hidrelétrica de Belo Monte. A discussão é baseada em análises técnicas, econômicas e jurídicas. Para eles, considerando que o Brasil apresenta perspectivas macroeconômicas muito positivas, será preciso aumentar a produção industrial e a oferta de serviços, exigindo, obrigatoriamente, maior consumo e geração de energia elétrica. A crítica central a Belo Monte é quanto aos impactos ambientais e sociais. No entanto, os autores rebatem essa crítica afirmando que todas as grandes hidrelétricas em construção, incluindo Belo Monte, estao respeitando a Constituição de 1988 e a legislação ambiental, reinvestindo 10% do custo total das obras em ações que mitiguem os impactos na flora, fauna e invistam nos sistemas de saúde, educação, saneamento etc., garantindo ao mesmo tempo, o aumento da oferta de eletricidade. Por fim, os autores afirmam que o Brasil tem completa e absoluta segurança energética. Dezembro 2011 CASTRO, Nivalde José de. O artigo "A Melhor Opção", elaborado pelo coordenador do Gesel, Prof. Nivalde de Castro, foi publicado no Jornal O Globo. O texto aborda a importância da construção da Usina Belo Monte, dados do empreendimento e os benefícios que ela pode apresentar ao Brasil, argumentando em defesa da terceira maior usina hidrelétrica do mundo. Jornal O Globo. Rio de Janeiro, 10 de Dezembro de 2011 CASTRO, Nivalde José de. ; BRANDÃO, Roberto. Canal Energia. Rio de Janeiro, 7 de Dezembro de 2011 O artigo sobre a Revisão Tarifária, metodologia aprovada pela Aneel em novembro deste ano, publicado no Canal Energia, apresenta uma análise com base na evolução histórica deste condicionante contratual das Distribuidoras, concluindo que dado o momento econômico e cenário macroecômico, a captura dos beneficios financeiros em prol da modicidade tarifária é factível e suportável. Outubro 2011 CASTRO, Nivalde José de. Agosto 2011 Castro, Nivalde José ; Brandao, Roberto; Dantas, Guilherme Novembro 2010 Castro, Nivalde José ; Brandao, Roberto. Outubro 2010 Castro, Nivalde José ; Klagsbrunn, Victor Hugo. Setembro 2010 CASTRO, Nivalde J. de; BRANDAO, Roberto; MARCUS, Simona; DANTAS, Guilherme de A. Resumo: A ampliaçao da participaçao na matriz elétrica de fontes hídricas, eólicas, solares e nucleares nao é compatível com mecanismos de mercados livres. Quando estas fontes com custos fixos altos, "afundados" e com custos variáveis baixíssimos dominam a matriz a formaçao do preço da eletricidade tende a zero, inviabilizando economicamente os geradores térmicos que atuam com foco no mercado do dia seguinte. Como consequencia os sinais econômicos para futuros investimentos sao frágeis. É por esta razao que num sistema hídrico como o Brasil, um mercado completamente livre de energia elétrica mostra-se incapaz de garantir o equilíbrio dinâmico entre oferta e demanda. Leia o artigo completo. Maio de 2010 CASTRO, Nivalde J. de; DANTAS, Guilherme. Resumo: As mudanças climáticas sao uma variável que deve ser considerada no planejamento do setor elétrico brasileiro. Apesar de nao ter metas de reduçao de emissoes e a intensidade de carbono da matriz elétrica brasileira ser extremamente reduzida, as potencialidades de fontes alternativas e renováveis de energia elétrica brasileiras permite se vislumbrar que o Brasil tenha um custo de mitigaçao de gases do efeito estufa muito inferior aquele verificado nos países desenvolvidos. O texto "O Planejamento do Setor Elétrico Brasileiro e o Contexto Mundial de Mudanças Climáticas" quantifica o custo da mitigaçao a partir de projetos de biomassa e de energia eólica e a vantagem competitiva brasileira para a promoçao de uma economia sustentável. Março 2010 PLANEJAMENTO DE FORMAÇAO DE PESSOAL: MORCH, Rafael B.; CORREIA, Alessandra de B.; LEITE, André L. De S.; BUENO, Cláudio R. e COGAN, Samuel. Outubro 2009 CASTRO Nivalde de; BUENO, Setembro 2009 DANTAS, Guilherme de A; LEITE, André Luis da Silva. D'ARAÚJO, Roberto Pereira. Agosto 2009 CASTRO Nivalde de; LEITE, André Luís da Silva. "Regulatory Challenges: Competition Defense In The Brazilian Electricity Sector". In: Noah Jacobs. (Org.). Energy Policy: Economic effects, security aspects and environmental issues. : Nova Science Publishers, Inc, 2009, v. , p. 122-134. Julho 2009 THOMÉ, Zieli D; CASTRO, Nivalde J. de; FERNANDEZ, Paulo C. J. AMON F., C. P. R. GABAGLIA, M. J. IZYCKI, G. TAVARES, R. C. R. MENEZES, J. D. RIERA, BATISTA, Romário; SARAIVA, Joísa. Junho 2009 MARTINI, Sidnei; CASTRO, Nivalde José de. Maio 2009 MORCH, R.B.; ALMEIDA, E.; ALMEIDA, L. B.; MARQUES, J.A.V.C. Março 2009 CASTRO, Nivalde José de; BRANDAO, Roberto; DANTAS, Guilherme de A. Janeiro 2009 Dezembro 2008 CASTRO et al. Novembro 2008 CASTRO, Nivalde José de; BRANDAO, Roberto. CASTRO, Nivalde José de; DANTAS, Guilherme de A. CASTRO, Nivalde José de; BRANDAO, Roberto. Outubro 2008 CASTRO, Nivalde José de; DANTAS, Guilherme de A. CASTRO, Nivalde José de; DANTAS, Guilherme de A. Agosto 2008 CASTRO, Nivalde José de; DANTAS, Guilherme de A. CASTRO, Nivalde José de; BRANDAO, Roberto. CASTRO, Nivalde José de; DANTAS, Guilherme de A. CASTRO, Nivalde José de. |