Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. - Cemat

Distribuidora de energia elétrica do Estado do Mato Grosso, com área de concessão de 815.372 quilômetros quadrados. Foi privatizada em novembro de 1997, e hoje é controlada pelas empresas Vale Paranapanema, do Grupo Rede, e Inepar, que possuem 65% e 35% do capital, respectivamente.


Resultado / Comportamento das ações / Dividendos

Investimento / Novas parcerias

Venda de participações / Privatização

Posicionamento estratégico / Perspectivas da empresa
 
 

Resultado / Comportamento das ações / Dividendos
 

   A Cemat acumula R$ 48,78 mi de prejuízo até setembro de 1999. Até junho deste ano, as perdas estavam em R$ 31,31 mi. A receita líquida da somou R$ 272,1 mi de janeiro a setembro de 1999, ante R$ 158,468 mi no acumulado do primeiro semestre de 1999. As despesas financeiras se elevaram de R$ 51,46 mi ao final de junho para R$ 77,86 mi no acumulado
dos nove meses, levando a um resultado operacional negativo de R$ 69,72 mi. (17.11.1999)

   Em 1998, a Cemat apresentou um lucro líquido de R$ 2,29 mi. A receita operacional líquida atingiu, em 1998, R$ 317,98 mi e as despesas operacionais ficaram em R$ 309,09 mi. As despesas financeiras foram de  R$ 30,28 mi. Em 31.12.98, o patrimônio líquido da Cemat era de R$ 479,99 mi. (14.04.1999)

    


 
Investimento / Novas parcerias 

   A Rede/Cemat vai mudar os padrões utilizados para medir o consumo de energia. Serão instalados novos relógios nos postes de luz .  O projeto deve começar a ser implantado em agosto de 1999, e a estimativa é que, mensalmente, sejam investidos R$1 mi. (14.07.1999)

   O diretor-financeiro da Cemat, Evandro Coura, confirmou a aquisição das hidrelétricas Juba I e II pela empresa, com o objetivo de expandir suas atividades de geração.  Estas usinas hidrelétricas, estão instaladas em Mato Grosso e possuem capacidade de 84 MW. (29.06.1999) 

   


 
 
Venda de participações / Privatização
 

     A Cataguazes Leopoldina arrematou o lote de 10 MW médios oferecidos pela Cemat, no leilão realizado dia 30.07, por R$ 36,00 o MWh. O lote total corresponde a 36.720 MWh, ou seja, R$ 1,32 mi. O preço por MWh, ficou bem abaixo dos R$ 57,20 definidos pela Aneel como valor normativo para a compra de energia das hidrelétricas pelos distribuidores. Não houve interessados em adquirir um outro lote de 20 MW médios. Esta foi a primeira operação de venda de energia no atacado, todavia o MAE atuou apenas como contabilizador, responsabilizando-se pela liquidação financeira. (30.07.1999) 

   A Cemat e a Celpa, ambas do grupo Rede, leiloam hoje o fornecimento de 50 MW médios, por um período de cinco meses. As três empresas pré-qualificadas para participar deste primeiro leilão de venda de energia em um processo de licitação privado são a Copel, a CFLCL e a comercializadora Tradener Ltda. O preço mínimo por MWh foi fixado em R$ 35,97, valor que já inclui a tarifa de transmissão, o qual garante uma arrecadação de R$ 6,6 mi para o Grupo Rede. Os contratos de venda de energia serão registrados no MAE, para contabilização e liquidação. (30.07.1999)

    


 
 
Posicionamento estratégico / Perspectivas da empresa

   A Reunião do Conselho de Administração, realizada em 24.05.1999, aprovou a prestação de garantia fidejussória sob a forma de aval à empresa controladora Caiuá, na operação de emissão de Notas Promissórias, para colocação pública, com garantia firme de subscrição e colocação dos Bancos ABC Brasil, Deutsche Bank e Banco Boavista Inter Atlântico, no valor total de R$ 70 mi. (Fato Relevante)