NOVAS USINAS TERMELÉTRICAS

 

A Copel, Gaspetro e El Paso construirão uma usina termelétrica a gás natural no município de Araucária, no Paraná. A térmica terá potência instalada de 484,5 MW e será uma produtora independente. Seu prazo de construção vai até 2002. (27.12.1999)
 
 

O governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, anunciou a construção de mais duas termelétricas no estado, uma em Rio das Ostras e a outra em Duque de Caixas. De acordo com o governador, as novas usinas reduzirão a dependência de energia do estado. Garotinho informou que Fernando Henrique confirmou para o próximo dia 17.01.2000 o lançamento da pedra fundamental do Pólo Gás-Químico do Rio, que consumirá investimentos de mais de US$ 1 bi e criará 5 mil empregos. (22.12.1999)
 
 

A CSN inaugura, dia 22.12.1999, uma usina termelétrica com capacidade de 230 MW. A térmica atenderá ao consumo da companhia, além de disponibilizar sua carga para o sistema interligado de abastecimento de energia elétrica da Região Sudeste, reduzindo o risco de apagões nos períodos de grande consumo, como o verão. A CSN investiu US$ 300 mi na obra e terá uma economia anual de energia da ordem de US$ 33 mi. O projeto é o maior e um dos mais rentáveis empreendimento de geração termelétrica do País . (21.12.1999)
 
 

A Texaco, associada aos grupos Techint e Confab, quer construir uma usina termelétrica movida a gás em Vitória (ES) e um gasoduto para trazer o combustível da Bacia de Campos (RJ). Dia 20.12.1999, foi assinado um protocolo de intenções com o governo do Espírito Santo para estudar a viabilidade técnica e econômica dos dois empreendimentos, orçados em US$ 380 mi. (21.12.1999)
 
 

Segundo Luiz David Travesso, presidente da AES, a primeira turbina da usina termelátrica de Uruguaiana entrará em operação no dia 22.01.2000, com quase todo seu potencial de 150 MW. Travesso também firmou que a turbina queimará óleo combustível até o início do funcionamento do gasoduto Argentina-Brasil, que passará a alimentá-la. (20.12.1999)
 
 

Um grande programa de apoio financeiro para o setor elétrico, orçado em R$ 17 bi, dos quais R$ 12 bi virão dos cofres do BNDES, foi anunciado, dia 16.12.1999, pelo diretor financeiro da instituição, Fernando Perrone. Parte deste recursos se destinarão a apoiar a instalação de 27 usinas térmicas. Perrone prevê que 16 mil MW serão gerados por estas térmicas. (17.12.1999)
 
 

A BP Amoco já tem planejado o seu primeiro passo para operar em geração de energia elétrica no Brasil. Trata-se de uma usina termelétrica em Pecém, no Ceará, com capacidade instalada de 250 MW em um primeiro momento, podendo ser ampliada para 500 MW. A planta usará como combustível o gás natural produzido pela BP em Trinidad e Tobago. O município de Pecém, no entanto, já tem outro projeto de térmica em andamento, capitaneado pela Texaco, que terá capacidade instalada de 240 MW e já tem contrato de venda da energia para a Coelce e de fornecimento do gás natural com a Petrobrás, por meio da Cegás. (13.12.1999)
 
 

Um levantamento ainda informal da Secretaria Nacional de Energia relaciona 12 projetos que já entraram em fase irreversível e que irão agregar, até 2003, adicionar 5,8 mil MW à potência instalada do País, hoje na casa dos 60 mil MW. Pelos cálculos de Benedito Carraro, titular do órgão, estas usinas deverão movimentar cerca de US$ 3,5 bi em investimentos. Dentre as termelétricas em construção estão: Vale do Açu, localizada no Rio Grande do Norte, com potência instalada de 330 MW e investimento estimado entre US$ 115 mi e US$ 120 mi, cuja construção teve início em 1998 e somente agora ingressa na fase de desenvolvimento; Carioba, da CPFL, com potência de 945 MW e localizada em São Paulo; a usina construída pela Shite, Marubeni e Petrobras em Cubatão, com 1000 MWA, que só depende da aquisição de uma licença ambiental para ser construída; Araucária, situada no Paraná e desenvolvida pela Copel, Gaspetro e El Paso, com potência de 480 MW, cujo contrato de venda da energia, à própria Copel, foi assinado em agosto/1999; e Termobahía, na Bahia, cuja construção foi inaugurada oficialmente dia 03.12.1999. (09.12.1999)
 
 

O presidente da Cataguazes-Leopoldina, Ivan Botelho, afirmou que o grupo está fechando uma parceria com a Petrobrás para a construção de uma termelétrica a gás na cidade de Carmópolis (SE). Serão gastos R$ 160 mi. A usina deve ficar pronta em 2003. O projeto vai explorar os poços mais antigos da Petrobras, que vão gerar gás e vapor. (30.11.1999)
 
 

Desde maio/1999, a termelétrica de Piratinga, com potência de 470 MW, está em operação ininterrupta. Em períodos normais, a usina, movida a óleo combustível, apenas complementa a produção hidráulica, operando nos horários de ponta. A hidrelétrica de Henry Borden, com potência de 880 MW, e também concessão da EMAE, continua a operar com apenas 25% de sua capacidade. Por causa da poluição dos rios Tietê e Pinheiros, já há alguns anos a empresa está proibida de bombear a água da represa Billings.(30.11.1999)
 
 

A Aneel autorizou a Capuava Energy a se estabelecer como produtora independente de energia elétrica e implantar uma central termelétrica de cogeração no município de Santo André (SP). O órgão regulador também autorizou a Empresa Santa Clara Indústria de Pasta e Papel a explorar o potencial hidrelétrico da Pequena Central Hidrelétrica Candói, localizada no rio Caracú, em Candói (PR). (17.11.1999)
 
 

O secretário de Energia do Ministério de Minas e Energia, Benedito Carraro, fez um balanço do programa de construção de usinas térmicas a gás, concluindo com uma avaliação positiva. Ele informou que, dos 7 mil MW que o governo planeja agregar ao sistema elétrico até 2003 através da geração de usinas termelétricas movidas a gás natural, 5,6 mil MW já estão assegurados. (12.11.1999)
 
 

A primeira das quatro usinas termelétricas previstas para a região do ABC deverá ser em Santo André, cujos contratos para o fornecimento de gás e venda de energia no município têm de ser fechados até dezembro/1999. Segundo o superintendente de geração térmica da GE, Cláudio de Vasconcellos Júnior, as maiores interessadas na compra de 200 MW, dos 500 MW de energia que a usina pode gerar, são a Solvay e a Carbocloro. Os 300 MW restantes serão adquiridos por Furnas. (11.11.1999)
 
 

A primeira das quatro usinas termelétricas previstas para a região do ABC deverá ser em Santo André. Para tanto, os contratos de fornecimento de gás e venda de energia no município têm de ser fechados até dezembro/1999. Segundo o superintendente de geração térmica da GE, Cláudio de Vasconcellos Júnior, as maiores interessadas na compra de 200 MW, dos 500 MW de energia que a usina pode gerar, são a Solvay e a Carbocloro. Os 300 MW restantes serão adquiridos por Furnas. (11.11.1999)
 
 

A primeira das quatro usinas termelétricas previstas para a região do ABC deverá ser em Santo André. Para tanto, os contratos de fornecimento de gás e venda de energia no município têm de ser fechados até dezembro/1999. Segundo o superintendente de geração térmica da GE, Cláudio de Vasconcellos Júnior, as maiores interessadas na compra de 200 MW, dos 500 MW de energia que a usina pode gerar, são a Solvay e a Carbocloro. Os 300 MW restantes serão adquiridos por Furnas. (11.11.1999)
 
 

A Aneel revogou a autorização concedida à Copel para instalar a usina termelétrica denominada UTE Ilha das Peças, em Guaraqueçaba, no estado do Paraná. (08.11.1999)
 
 

Uma corrida por turbinas a gás no mercado norte-americano está criando uma situação de escassez mundial do equipamento, com reflexos imediatos no Brasil. Todavia, os projetos considerados prioritários para o Ministério de Minas e Energia não devem sentir os efeitos desse movimento. De acordo com o secretário de energia, Benedito Carraro, 18 das 23 usinas térmicas da proposta de termogeração do MME já têm equipamentos contratados e previsão para início de operações até o ano de 2002. No entanto, Carraro admitiu que existe uma preocupação com a questão das turbinas para futuros projetos. (04.11.1999)
 
 

A Cataguazes Leopoldina informou que desistiu de participar do projeto de US$ 400 mi para a construção da usina termelétrica do Norte Fluminense, em Macaé. A empresa tentou associar-se à Petrobras, Eletrobrás, Light, Cerj e Escelsa, mas abriu mão dos 5% que teria no projeto por considerar arriscado, nesse momento, integrar empreendimento que tem custos e insumos dolarizados. (27.10.1999)
 
 

A Enron planeja duplicar a capacidade geradora inicialmente prevista para a usina termelétrica de Cuiabá, com um investimento adicional de US$ 300 mi. Os estudos de viabilidade estão praticamente concluídos e o requerimento já foi enviado para a Aneel. A intenção é colocar os primeiros 240 MW, de um total de 480 MW, entre o final de 2001 e o início do ano seguinte. Aproximadamente 12 meses depois, outros 240 MW devem estar disponíveis, justamente quando começa a vigorar de fato o mercado livre de energia. (21.10.1999)
 
 

O Ministério das Minas e Energia criou um Comitê de Acompanhamento da Expansão Termelétrica (Caet), cuja atribuição será verificar a implantação das usinas termelétricas indicadas no Plano Decenal de Expansão. Até 2003, o governo está na expectativa de que sejam construídas usinas térmicas com capacidade de geração de 7 mil MW. O comitê será composto por dois funcionários graduados do Ministério de Minas e Energia (o secretário-executivo e o secretário de Energia), pelo presidente e diretor de Engenharia da Eletrobrás e três funcionários graduados do Sistema Petrobrás; os diretores de Engenharia, Material e Pesquisas e de Petroquímica, Termelétricas e Avaliação Patrimonial da Petrobras, além do presidente da Gaspetro. Benedito Carraro, secretário de Energia do Ministério, coordenará o grupo. (20.10.1999)

A Light estuda a construção de mais uma usina termelétrica, movida a gás natural, no Estado do Rio, junto com a Petrobras e a trading japonesa Mitsui. A usina, se sair do papel, será construída em Macaé e terá capacidade de 900 MW, em duas etapas de implantação. A primeira etapa (450 MW) poderá estar concluída até 2002. A Light será a sócia majoritária. (20.10.1999)

A CPFL assina, hoje, termo de compromisso para construção de sua primeira usina termelétrica a gás natural. A termelétrica de Carioba, na cidade de Americana (SP), terá potência de 945 MW e consumirá 3,8 milhões de metros cúbicos diários de gás natural quando estiver operando integralmente, em 2003. Já em 2001, no entanto, com o primeiro conjunto de máquinas instalado, produzirá cerca de 450 MW. O investimento exigido é próximo a US$ 600 mi e o empreendimento será realizado em parceria com a Shell e a Intergen. (20.10.1999)
 
 

A Petros, fundo de pensão que reúne os funcionários da Petrobras, está reavaliando sua carteira de investimentos. De acordo com o presidente da empresa, Carlos Flory, a intenção é focar os recursos para project finance, principalmente na exploração de petróleo e na construção de termelétricas. (18.10.1999)
 
 

A CPFL anunciou uma parceria de US$ 600 mi com os grupos internacionais Intergen e Shell na construção de uma termelétrica de gás natural em Americana (SP), com capacidade instalada de 1.000 MW. A Usina Termoelétrica Carioba ficará próxima dos pólos petroquímico de Paulínia e do têxtil de Americana e do centro consumidor de Campinas. (15.10.1999)
 
 

Apesar de não ter tido seu contrato assinado ainda, a usina de Cachoeira Dourada (RJ) deve ser a primeira a entrar em operação no verão de 2000. Essa garantia havia sido dada pelo secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Benedito Carraro, e foi reforçada pelo secretário estadual de Energia, Wagner Victer. Cachoeira Dourada é a terceira usina a ser construída no Rio e faz parte dos projetos de geração térmica listados como prioritários pelo governo Federal. (14.10.1999). Os equipamentos da usina, oriundos do Chile, são de segunda mão e, pela legislação brasileira, é proibida a importação de bens usados. (15.10.1999)
 
 

A CPFL irá construir uma usina termelétrica na cidade de Americana (SP). A usina Carioba terá 900 MW de potência e substituirá a termelétrica de Carioba, de 2 MW e movida a óleo, que está em operação no mesmo local. Será construída em parceria com o grupo Shell e com a Intergen, empresa constituída pela Shell e Bechtel. A decisão foi tomada, após mais de um ano de estudos, devido ao novo pacote de medidas de estímulo à geração térmica de eletricidade. (01.10.1999)
 
 

A Cedeco e a nacional PRS pretendem construir uma outra usina em Duque de Caxias. Já a Endesa será responsável pela usina de Cabiúnas. Todos estes projetos se referem ao Estado do Rio de Janeiro. (28.09.1999)
 
 

A El Paso Energy Internacional, produtor independente de energia elétrica, inaugura duas novas usinas nos complexos deAparecida e Mauazinho (AM). As duas unidades, que custaram US$ 150 mi, aumentam para 402 MW a capacidade de instalada do produtor e para 1.000 MW a da Manaus Energia. (23.09.1999)
 
 

No dia 21.12.1999, a CSN inaugurará uma usina termelétrica em Volta Redonda (RJ) que deve reduzir em US$ 35 mi o custo de energia da companhia, cuja conta de consumo de eletricidade é a maior do País. A central termelétrica, um investimento de US$ 300 mi, vai utilizar o gás produzido pela própria empresa na fabricação do aço em alto-fornos.(22.09.1999)
 
 

O Governo federal já definiu um subsídio no preço do gás natural para as usinas do programa de termelétricas da Eletrobrás, em valor próximo a 20%. As 12 primeiras usinas, parcerias com fornecedoras de equipamentos, empreiteiras e a Petrobras, serão beneficiadas também por contar com um Power Purchase Agreement (PPA), garantia de compra pela própria Eletrobrás. (22.09.1999)
 
 

O consórcio internacional liderado pela General Eletric e constituído para construir quatro usinas termelétricas a gás no Grande ABC estuda duplicar a capacidade de energia dos 2 mil MW, inicialmente prevista, para 4 mil MW. Com o aumento da capacidade de geração de energia, o valor do investimento inicialmente previsto, US$ 1 bi, também deve ser elevado. (21.09.1999)

A Enel ampliou a capacidade da termelétrica a carvão programada para o Porto de Sepetiba (RJ) de 300 MW para 1320 MW. As negociações envolvem a Eletrobrás, que pode entrar como sócia ou com a garantia firme de compra da energia gerada pela usina. A negociação para ampliar o projeto, aumentando o investimento para mais de US$ 600 mi, tomou por base o empenho do Ministério das Minas e Energia em queimar etapas na meta de puxar a fatia das termelétricas para 12% a 15% do consumo nacional. (20.09.1999)
 
 

Nesta semana será inaugurada, no Rio Negro (AM), a termelétrica construída por meio de uma parceria da Eletronorte comas empresas Wartsila NSD (finlandesa) e El Paso (americana), que terá capacidade de158 MW. No futuro, poderá ser movida a gás natural extraído de poços da Petrobras no Estado. (20.09.1999)
 
 

A norte-americana Entergy pretende investir US$ 400 mi em Jundiaí (SP), na construção de uma usina termelétrica, com capacidade de 800 MW. A instalação depende da definição dos termos de referência pelo Conselho do Meio Ambiente (Consema), que estabelecerá diretrizes e critérios a serem incluídos no EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto do Meio Ambiente), em fase de andamento. A usina será abastecida pelo gasoduto Brasil-Bolívia, e seu prazo de construção é de dois anos. (20.09.1999)

O governador do Rio, Anthony Garotinho, anunciou que a Enron vai construir uma usina termelétrica em Japeri - Zona Oeste do Estado. Segundo Garotinho, as obras devem começar em março/2000. A usina terá capacidade de 200 MW, e irá utilizar gás natural importado da Bolívia. O custo do empreendimento ficará entre US$ 150 mi e US$ 200 mi. (16.09.1999)
 
 

Os testes da usina nuclear de Angra 3, com 1,3 mil MW de capacidade instalada, serão iniciados dia 15.09.1999. A usina deverá ser construída pela iniciativa privada. Lastreada em um contrato de securitização de recebíveis, será posteriormente transferida ao controle da Eletronuclear. O presidente da Eletrobrás, Firmino Ferreira Sampaio Neto, disse que a operação de 'project finance' que está sendo examinada é fundamental para transformar o projeto de Angra 3 em realidade. Pelo menos duas instituições financeiras alemãs - DresdnerBank e KFW - estão envolvidas nas conversações referentes ao projeto de Angra 3. (13.09.1999)
 
 

O ministro de Minas e Energia, Rodolpho Tourinho Neto, disse que a Secretaria de Energia da sua pasta e a Petrobrás vão iniciar conversações com o Governo do Distrito Federal para examinar a possibilidade de participação de empresas privadas na construção de uma usina térmica de 240 MW em Brasília. A usina, segundo o ministro, é fundamental para viabilizar a construção de um ramal do gasoduto Bolívia-Brasil até o DF e Goiás, onde também está planejada uma termelétrica com a mesma capacidade de geração. (03.09.1999)
 
 

A desvalorização cambial no início do ano e os recentes reajustes de preço do gás natural estão atrasando o cronograma de instalação da Usina Termelétrica de Pecém. A construção deveria ter iniciado em abril deste ano, mas por enquanto não existe um cronograma fechado, segundo o presidente da Nergisa, João Mamede Filho. O investimento previsto é de US$ 230 mi e a produção inicial será de 240 MW. De acordo com Mamede Filho, os dois principais contratos de operação da usina, que são o da Coelce e o da Petrobrás, ainda estão em aberto. (20.08.1999)
 
 

A Petrobrás afirmou que existe oferta suficiente de gás natural boliviano para se chegar ao preço de US$ 2,30 por milhão de BTU, tornando viável a construção de usinas termelétricas. Segundo Reichstul, o novo valor normativo fixado pela Aneel, de R$ 57, é compatível com uma tarifa de gás desse valor. (11.08.1999)
 
 

Nos últimos dois anos, a CFLCL inaugurou duas novas PCHs: Usina Cachoeira do Emboque (22 MW de potência), demandando investimentos de R$ 29 mi; e Usina de Ervália (7 MW de potência). Até o ano 2004, a companhia pretende inaugurar mais 10 PCHs, com investimentos de R$ 220 mi e um acréscimo de 170 MW em sua capacidade de geração própria. (11.08.1999)
 
 

O Conselho de Política Ambiental concedeu à Cemig e à siderúrgica Mannesmann licença para a instalação de uma usina termelétrica, de 13 MW de potência, a ser montada na região metropolitana de Belo Horizonte. A termelétrica será instalada no terreno da usina do Barreiro e operará a partir da queima do gás proveniente do alto forno e do alcatrão vegetal oriundo da carbonização de lenhas. O projeto é orçado em R$ 12 milhões. (09.08.1999)
 
 

A Aneel fixou em R$ 57,20 MW/h o valor normativo da energia gerada por termelétricas a gás natural que poderá ser repassado ao consumidor final. Com a resolução, os projetos de termelétricas a gás poderão ser melhor definidos. (06.08.1999)
 
 

A Tractebel, ao adquirir os ativos da Gerasul, tornou-se proprietária da usina termelétrica a carvão Jacuí I, ainda em construção. Sua capacidade é de 357 MW, e ela está orçada em R$ 350 mi. A empresa belga decidiu concluir a obra, desde que contasse com contratos de venda de energia (PPA) no mínimo por 20 anos e ofertou o MW por US$ 33,00. A RGE, a AES Sul e a Sul-Sudeste- CEEE não aceitaram o preço, alegando que teriam prejuízos mensais. O assunto foi discutido pela Assembléia Legislativa, mas ainda não se chegou a um consenso. (05.08.1999)
 
 

A Enron está analisando cerca de 40 projetos de empresas do Brasil e da Argentina para atuar como financiadora para a implementação de usinas de geração. Os projetos são de pequeno porte, de companhias dos segmentos de petroquímica, alumínio, papel e celulose, entre outros, e serão utilizados para abastecer uma determinada indústria. (03.08.1999)
 
 

O Conselho de Administração da Petrobrás aprovou a criação da diretoria de Participações e Desmobilizações, que cuidará das participações diretas da estatal nos setores petroquímico e de energia elétrica e da venda de ativos. Entre as participações que estarão sob responsabilidade desta nova diretoria estão cerca de vinte usinas termelétricas. (03.08.1999)
 
 

A Diretoria Executiva da Itaipu Binacional decidiu reabrir a concorrência pública para instalação de mais duas unidades geradoras, que devem aumentar em 1,4 mil MW a capacidade instalada da usina. A construção das duas novas turbinas deve ser viabilizada por um empréstimo da Eletrobrás, de US$ 190,1 mi. As unidades deverão ficar prontas 45 meses após o início dos trabalhos, previsto para o ano 2000. (30.07.1999)
 
 

A Companhia Vale do Rio Doce analisa a construção de uma usina termelétrica, com potência de 350 MW, a coque - insumo que começa a sobrar no mercado mundial de derivados de petróleo, em São Luís (MA), onde a empresa opera um terminal de embarque de minério de ferro. (27.07.1999)

A indústria Petroflex iniciou o projeto de instalação de uma usina térmica de co-geração. Com capacidade de 100 MW, a usina produzirá energia elétrica e vapor necessários para a operação das máquinas da empresa. (22.07.1999)
 
 

A Copel e a Eletrobrás, em parceria com outras companhias privadas nacionais e multinacionais do setor, irão investir US$ 1,2 bi na construção e ampliação de seis usinas termelétricas no Paraná. Serão cinco unidades e uma expansão, que terão capacidade instalada total de 1,7 mil MW, e o início das operações está previsto para o período de 2002 e 2004. A maior delas é a da Repar, com 500 MW de potência. (22.07.1999)
 
 

A Companhia Geral de Distribuição de Energia (CGDE), empresa portuguesa, inaugurou o seu primeiro projeto no Brasil: a central termelétrica, a gás natural, que vai alimentar uma fábrica da Coca-Cola em Pernambuco. Os investimentos foram de R$ 7 mi. A CGDE prevê investimentos de R$ 500 mi na construção de mais 15 usinas termelétricas no País, em três anos. (18.07.1999)
 
 

O ministro das Minas e Energia, Rodolpho Tourinho, assinará com o governo do Paraná termo de compromisso para construção de três usinas térmicas no Estado, com participação do capital privado, e ampliação da usina termelétrica de Figueira. As usinas terão capacidade instalada de 1.100 MW, e entrarão em operação até março de 2003. (19.07.1999)
 
 

O governo desenvolveu um programa para a construção de 24 usinas termelétricas no País, que vão gerar 10.785 MW até 2004, a partir dos quais se espera suprir a demanda de crescimento de energia, estimada entre 4% e 5% ao ano, com a exploração do gás natural como fonte de energia. (19.07.1999)
 
 

As três usinas que serão construídas em SP consumirão investimentos de R$ 3,3 bi. A usina de Paulínia terá capacidade de 1.300 mil MW, sendo construída com recursos da Gaspetro, OPP Petroquímica, Ultragás Participações, CPFL, Cesp, Interagem do Brasil e Shell do Brasil. A usina de Cubatão, de 900 MW, terá recursos da parceria da Petrobrás, Marubem e Sithe. Já a usina de Santa Branca (1.000 MW de potência) será construída pela Eletroger. (16.07.1999)
 
 

A Light está negociando a construção de 16 projetos de co-geração envolvendo investimentos de R$ 180 mi. O primeiro projeto, com investimentos em torno de US$ 20 mi, deve ser assinado com a White Martins e atenderá a um grande fabricantes de bebidas do Estado do Rio. A usina terá capacidade de 5 MW e vai gerar gás como subproduto. (16.07.1999)
 
 

A Cemig vai investir R$ 2 bi, nos próximos três anos, na construção das usinas Queimados, Porto Estrela e Irapé. (08.07.1999)
 
 

O programa de co-geração da Petrobrás para auto-suficiência energética de suas unidades operacionais irá gerar quase 5 mil MW de energia a partir de 2001. As usinas, orçadas em US$ 3 bi, serão construídas e operadas pelo capital privado, em parceria com a estatal, que entrará no negócio cedendo o terreno e fornecendo combustível para as plantas - gás natural ou resíduo de petróleo. As usinas serão construídas: no Paraná, na refinarias Presidente Getúlio Vargas (Repar) e na Superintendência de Industrialização do Xisto (SIX); em São Paulo, na Henrique Lage (Revap), Paulínia (Replan), e Presidente Bernardes (RPBC); no Rio de Janeiro, em Duque de Caxias (Reduc); em Minas Gerais, na Gabriel Passos (Regap); e na Bahia, na Landulpho Alves (Rlam) e na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen). Os outros dois projetos estudados são para Sergipe e Rio Grande do Norte. Os parceiros selecionados pela Petrobrás para construção das térmicas são: a Asea Brown Boveri (ABB) para a usina da Rlam; o consórcio Marubeni e Sithe na RPBC; a OPP Petroquímica, o Grupo Ultra e a Cesp na Replan; a Fiat na Regap; o consórcio Petroenergia (Eletricidade de Portugal-EDP, Banco Essi e Pertex); o consórcio PRS, Sideco e LG&E Power na Reduc; o consórcio Siemens e Foster Wheeler na Revap; o consórcio PSEG e Ultrafértil na Repar e o consórcio Votorantin, Copel e Ultrafértil na SIX. (30.06.1999)
 
 

As usinas que a Light irá construir em Macaé(RJ) e em Jacareí (SP) terão capacidade de 750 MW e custarão cerca de US$ 450 mi cada. A usina projetada para Macaé resulta da parceria entre Light (25%), Cerj (25%), Escelsa (25%), Grupo Cataguases Leopoldina (5%), Petrobrás (10%) e Eletrobrás (10%), e deve ficar pronta em 2001. (30.06.1999)
 
 

Está em andamento uma licitação para construção de uma usina - chamada de Belo Monte - de 11 mil MW, projetada para o rio Xingu, que pode gerar um investimento de US$ 7 bi. O empreendimento, projetado pela Eletronorte, não terá necessidade de grande inundação devido à configuração geográfica do local onde será instalada. Se construída, a usina será a segunda maior do País em potência instalada, perdendo apenas para Itaipu, com 12.600 MW de potência. (25.06.1999)
 
 

O volume total de financiamento do BNDES para o setor elétrico deve diminuir 55% neste ano - ficando em R$ 1,29 bi - em comparação com 1998, quando o banco desembolsou R$ 2,93 bi. Entre os projetos que deverão receber recursos, no segundo semestre, estão os de Itá (R$ 100 mi), Dona Francisca (R$ 60 mi), da usina de Cubatão (SC) (R$ 37 mi), Machadinho (R$ 225 mi), Lajeado (R$ 300 mi), Itapebi (R$ 145 mi), Santa Clara e Itiquira (R$ 62 mi). (24.06.1999)
 
 

Representantes da Florida Power & Light Energy e seus associados - Promon Engenharia, BB Amoco Global Power Corp., Panamerican Energy, Donaldson, Lufkin e Jenrette - estiveram reunidos com o governador de SC, Esperidião Amin, para tentar reativar o projeto para a construção de uma usina termelétrica a gás em Joinville, paralisado desde o começo do ano. Para tentar garantir a construção da usina, o consórcio pode assegurar o fornecimento de gás ao estado, a partir de reservas localizadas na Argentina. (GM do Espírito Santo, 23.06.1999)
 
 

A Petrobrás, a Escelsa e a Companhia Vale do Rio Doce acertam os últimos detalhes de um projeto que investirá US$ 300 mi na instalação de uma usina termelétrica em Vitória, que terá capacidade de 500 MW e utilizará 2 milhões de metros cúbicos do gás da Bacia de Campos. A CVRD terá um terço da energia a ser gerada, e os outros dois terços serão distribuídos pela Escelsa. (OESP, 24.06.1999)
 
 

O secretário estadual de Energia, Mauro Arce, informou que a Eletrobrás vai realizar, nas próximas semanas, um leilão para comprar energia gerada em usinas termelétricas que funcionam a partir do uso do bagaço de cana. O objetivo do governo federal é incentivar a co-geração por meio deste insumo. Segundo levantamento feito pela Secretaria, as usinas instaladas em São Paulo teriam condições de gerar cerca de 3 mil MW a partir do bagaço de cana. Também serão definidos novos valores para a distribuição dessa energia. (GM, 22.06.1999)
 
 

Está sendo construída, na cidade de Uruguaiana - fronteiriça entre Brasil e Argentina, uma central de geração de energia elétrica, que será administrada pela AES Corporation . A usina de Uruguaiana utilizará gás da Argentina, e o gasoduto que vai abastecê-la é uma joint venture entre o grupo argentino YPF e a Petrobrás. (21.06.1999)
 
 

A Saelpa deverá construir uma Usina Termelétrica para suprir suas necessidades de energia elétrica a partir do ano 2002. A unidade deverá ser instalada no município de Cabelo (litoral norte da Paraíba) e aproveitará o gás natural fornecido pelo gasoduto que liga Rio Grande do Norte a Pernambuco, cortando a Paraíba de Norte a Sul. (18.06.1999)
 
 

No início de 1999, a Guascor concluiu, no Pará, um projeto no qual foram instalados 81 geradores movidos a óleo com potência total de 51 MW. A energia produzida será vendida à Ceron e à Celpa, respectivamente (15.06.1999)
 
 

A Copene, central de matérias-primas do Pólo Petroquímico de Camaçari (BA), desistiu da usina termelétrica que faria em parceria com a Relam, refinaria baiana da Petrobrás, pois não concordou em pagar os preços do gás natural pedidos pela Enron. (15.06.1999)
 
 

Segundo o Ministéio de Minas e Energia o principal gargalo para a viabilização de novas usinas termelétricas - o preço do gás natural - foi equacionado pela Petrobrás, viabilizando dez novos projetos. Os Estados onde serão instaladas as usinas são SP, RJ, CE, BA, PE, e também a região SUL. A implantação das termelétricas da Reduc (RJ) e a de Cubatão (SP) também foram acordadas. (GM, 09.06.1999)
 
 

O ministro das Minas e Energia se comprometeu a apoiar três investimentos de geração relevantes para Estado do Rio de Janeiro - as usinas de Caxias (parceria da Reduc/Petrobras com fabricantes de equipamentos), Cabiúnas (joint venture entre as distribuidoras de Rio e Espírito Santo) e Cachoeira Dourada, essa última em Goiás, mas destinada a servir o sistema de Furnas, que atende o Sudeste. No total, os três investimentos somam US$ 1,5 bilhão. O próprio governo do Rio de Janeiro admite, contudo, que há obstáculos resultantes da estrutura do setor, como a insuficiência de garantias de compra da energia para os investidores potenciais (04.06.99)
 
 

A Impsa do Brasil, especializada em usinas hidrelétricas e construção de guindastes para portos, entregará, nos próximos dias, duas centrais elétricas - a usina de Sobragi, nas proximidades de Juiz de Fora (MG), contratada pela Cia. Paraibuna de Metais por US$ 22 mi, e a Santa Branca, perto de Jacareí (SP), encomendada pela Light ao custo de US$ 35 mi. (28.05.1999)
 
 

O processo de instalação de dez termelétricas, em diversas regiões do País, começa amanhã, quando será formalizado o acordo para construção de uma usina em Pernambuco. Nos próximos dias, serão assinados contratos para a construção de uma termelétrica na Bahia e de outras três em São Paulo e, em junho, para a construção de uma termelétrica no Rio de Janeiro. As termelétricas serão construídas com empresas privadas, que poderão contar com a participação da Eletrobrás e da Petrobrás, as quais, se necessário, terão de 10% a 40% da participação. A Petrobrás vai entrar em três projetos, que prevêem fornecimento de energia para suas usinas de petróleo, e terá um prazo para se desfazer de sua parte na termelétrica. Segundo Rodolpho Tourinho, as dez termelétricas já estão viabilizadas, tanto do ponto-de-vista da demanda como em relação aos sócios, afirmando que as empresas serão formalizadas em 30 dias e que as usinas começarão a operar num prazo de dois anos. (26.05.1999)

Empresários do sul catarinense elaboram um plano estratégico para acelerar o desenvolvimento da região. Entre as propostas está a construção de usinas de boca de mina - geradores termelétricos instalados próximos à área de mineração - como forma de aproveitar as reservas de 30 bi de toneladas de carvão mineral existentes no subsolo de Criciúma e arredores. (25.05.1999)
 
 

O Grupo Ipiranga e o ítalo-argentino Tecgas NV - Techint vão construir em Porto Alegre uma termelétrica a gás (500MW). A usina será abastecida com gás da Argentina, transportado pelo gasoduto Uruguaiana-Porto Alegre, a ser construído e operado pela Transportadora Sulbrasileira de Gás (TSB), da qual fazem parte os dois grupos, a Petrobras, YPF, CGC e a Nova Gás Internacional. (25.05.1999)
 
 

A Camil Alimentos S/A, segunda maior beneficiadora de arroz do País, está investindo R$ 2 mi em uma usina termelétrica, movimentada à base de palha de arroz. A usina deve começar operar no fim do ano. (21.05.1999)
 
 

O Diário Oficial publicou a Resolução 115 da Aneel, que autoriza a construção de uma usina termelétrica que utilizará lixo urbano como combustível. A construção será realizada pela Companhia de Incineração e Energia Elétrica, empresa constituída para esta finalidade. A energia produzida será destinada a uso exclusivo da prefeitura, que poderá empregar o excedente em iluminação pública. A autorização da Aneel é por 20 anos, podendo ser prorrogado a pedido da prefeitura e a critério do órgão regulador. (20.05.1999)
 
 

Será anunciado, na próxima semana, o programa de cogeração de eletricidade no setor sucroalcooleiro, que permitirá o uso do bagaço de cana na produção de eletricidade. O governo vai assegurar a compra da energia gerada e permitir o acesso das usinas às linhas de transmissão sem pagamento de tarifas. O programa será implantado inicialmente em São Paulo, e em seguida aplicado em outras regiões de plantação de cana do País. A cogeração permite, hoje, a produção de 1 mil MW de energia com o aproveitamento dos resíduos das usinas, mas para o ministro Rodolpho Tourinho o novo programa acrescentará mais 3 mil MW. (20.05.1999)
 
 

O consórcio formado pela FPL Energy, General Electric International, Cia Termelétrica do Planalto Paulista, Petrobras, Cesp, OPP Petroquímica e Ultragaz Participações S/A anunciou a conclusão de acordos preliminares para o desenvolvimento da usina a gás natural de 650 MW, que ficará localizada junto à REPLAN, em Paulínia, São Paulo. A usina utilizará gás da Bolívia.(20.05.1999)
 
 

A Petrobrás e a FiatAvio, divisão de aviação da italiana Fiat SpA, querem atrair novos parceiros para implantar a termelétrica que deverá ser construída em Ibirité, em Belo Horizonte. Com capacidade para gerar cerca de 720 MW, a usina foi projetada de forma modular, o que permite a entrada de outros sócios no empreendimento, orçado em US$ 450 mi. A usina deverá contar com três unidades geradoras, abastecidas por 1,7 milhão de metros cúbicos de gás natural, 200 mil metros cúbicos de gás de refinaria e 1.000 metros cúbicos de LCO - óleo originado no processo de tratamento do petróleo.
 
 

Nesta primeira etapa do projeto deverão ser investidos cerca de US$ 100 mi. (18.05.1999)
 
 

Antes que as obras da usina Angra 3 fossem paralisadas, as indústrias brasileiras entregaram apenas o equivalente a 4% do total das encomendas previstas para serem produzidas no País. Se as obras forem retomadas no próximo ano, restarão, então, 96% de encomendas a serem confirmadas. Grande parte dessas encomendas estava, originalmente, prevista para a Cobrasma, cujo funcionamento está ameaçado. Todavia, a Nuclep terá condições de substituí-la nesse processo, fabricando grandes peças. (17.05.1999)
 
 

A Petrobras fez parcerias para investir em dois projetos de geração térmica em Pernambuco, que serão instalados no Complexo Industrial e Portuário de Suape. O primeiro é uma usina termelétrica de 240 MW, construída com a ABB, que custará R$ 150 mi e deverá começar a funcionar em 2001. O segundo é um terminal de regaseificação, com capacidade para processar 5 mi de metros cúbicos/dia, no qual investirá US$ 200 mi, junto com a Shell.
 
 

Para contemplar Pernambuco, o MME decidiu dividir ao meio um projeto destinado à Bahia, de 480 MW, por considerar mais viável montar outra térmica do que transmitir a energia entre os estados. O cronograma prevê que até 2001 as usinas térmicas da Bahia e de Pernambuco, do projeto Termelétrica Nordeste, estejam gerando 280 MW e 240 MW, respectivamente. Mas, em 2007, elas estarão gerando juntas mais de 1,6 mil MW. As usinas serão ampliadas em três etapas, que podem ter a participação da Eletrobrás e da iniciativa privada. (14.05.1999)
 
 

As mineradoras de carvão Guglielmi e Metropolitana, atuantes em Santa Catarina, apresentaram ao Ministério das Minas e Energia o projeto de construção de uma usina termelétrica a carvão, com capacidade de geração de 300 MW, na região sul do Estado. Comprovada a viabilidade do projeto, o ministro admitiu que a Eletrobrás poderá participar do empreendimento, como acionista minoritário ou como comprador firme da energia gerada pela termelétrica. (12.05.1999)
 
 

A CEG e a Vulcan Material Plástico assinaram um protocolo de intenções para o desenvolvimento de uma usina de co-geração de energia elétrica e térmica, com capacidade de 4 a 7 MW e de 4 a 5 toneladas/hora de vapor, a partir do gás natural. A usina deverá entrar em funcionamento em meados de 2000. (07.05.1999)
 
 

A Gerasul espera iniciar, no dia 14.05, as obras de implantação da UHE de Cana Brava, em Goiás, que terá capacidade instalada de 450 MW. Parte da obra deverá ser financiada pelo Bndes e pelo BID. No ano de 1999, a companhia planeja investir cerca de R$ 400 mi no desenvolvimento de projetos de geração de energia elétrica, incluindo a implantação das térmicas de Jacuí e Campo Grande. Desse montante, cerca de R$ 100 mi deverão ser recursos próprios e o restante virá de financiamentos do Bndes, BID, Bird e outras agências de fomentos e bancos privados. (06.05.1999)
 
 

O governo do Estado de São Paulo e o Ministério de Minas e Energia estão analisando uma forma de incentivar a co-geração de energia nas usinas sucroalcooleiras. Na avaliação do secretário estadual de Energia, Mauro Arce, as usinas existentes no estado poderiam gerar 3.000 MW, além de não necessitarem de extensas linhas de transmissão por estarem próximas ao mercado consumidor. (04.05.1999)
 
 

O secretário de Energia do Estado do Rio, Wagner Victer, admite a participação da iniciativa privada na construção de termelétricas no Rio, adiantando que o governo iniciou estudos para oferecer diferenciação na cobrança do ICMS para as empresas interessadas. O programa estadual prevê a construção de duas novas usinas: em Duque de Caxias e em Rio das Ostras. (05.05.1999)
 
 

Segundo o Ministério de Minas e Energia, os R$ 34 bi em investimento que o SEE necessita, até 2002, contribuirão para a implantação de 26 mil MW no setor de geração, sendo 12 mil MW gerados a partir de termelétricas. O governo está trabalhando para viabilizar a implantação de usinas térmicas movidas a gás natural e a estimativa é que o preço do metro cúbico fique em torno de R$ 0,15. (27.04.1999)
 
 

A trading company japonesa Marubeni está interessada construir uma usina termelétrica de US$ 220 mi em Juiz de Fora. A empresa aguarda as negociações entre a prefeitura, a Petrobras e a Gasmig e depende de um aumento na cota de gás destinado a Minas pela Petrobras. Os japoneses querem pelo menos 1,2 mi de metros cúbicos de gás por dia, para iniciar o projeto, que terá capacidade de instalada de 250 MW. (23.04.1999)
 
 

A Enersul está pedindo autorização à Aneel para implantar uma termoelétrica de até 450 MW, em Campo Grande (MS). As obras dessa usina, cujo orçamento previsto é de US$ 250 mi, deverão, segundo o presidente da Enersul, Francisco Gomide, ser iniciadas ainda em 1999. A Enersul já conseguiu junto à Aneel autorização para implantação de usina termoelétrica de até 150 MW. Segundo Gomide, o comportamento do mercado consumidor irá definir se essa termoelétrica será complementar aos 80 MW da usina de Campo Grande, ou se além desses 80 MW, será implantada outra usina de 450 MW. (16.04.1999)
 
 

A nova termelétrica da Cosipa deve demorar ainda mais de dois anos para ser inaugurada. Planeja-se que ela terá capacidade de geração de 130 MW, suficiente para cobrir todas as suas cargas vitais. A Cosipa conta hoje com uma termelétrica própria, suficiente para gerar apenas entre 10% e 13% de suas necessidades de consumo. (16.04.1999)
 
 

Rodolpho Tourinho poderá assinar, em 60 dias, contratos para iniciar a construção de oito usinas termelétricas (RJ, SP e NE), que vão acrescentar 4 mil MW ao sistema, devendo começar a operar entre 2001 e 2002. A Eletrobrás poderá ter participação minoritária nas usinas, além de assegurar a compra de energia desses projetos. Segundo Benedito Carraro, o MME, a Eletrobrás e a Petrobrás querem agilidade na assinatura desses contratos, cujo objetivo será viabilizar a questão do fornecimento do gás a preço competitivo. Carraro informou que a RioGás recebeu uma contraproposta da Eletrobrás em relação ao preço do gás. (16.04.1999)
 
 

Em 20.04.1999, deverão ser aprovadas as novas regras para instalação de usinas termelétricas e usinas que utilizam fontes alternativas. Estas regras contemplarão unidades de geração a partir de diesel, biomassa e energia termosolar. Segundo José Guilherme do Nascimento, assessor da superintendência de gestão de potenciais hidráulicos da Aneel, o atraso na instalação dessas novas usinas se deve à questão do licenciamento ambiental. (15.04.1999)
 
 

Rio de Janeiro. Além das termelétricas, os recursos serão usados na finalização das obras do gasoduto Brasil-Bolívia, onde a British detém 10% do negócio. Outra parcela dos recursos será usada para a ampliação do gasoduto Buenos Aires-Montevideo até a cidade de Porto Alegre. (14.04.1999) A Brithish Gas ficará com 70% de participação no grupo controlador da Comgás, A Cpfl terá 4% e a Shell, 26%. De acordo com a Brithis Gas, a Cpfl irá se "integrar futuramente" ao grupo, devido à necessidade deste ter um integrante com visão local. (14.04.1999)
 
 

O programa de incentivo à construção de usinas no Estado, Rio Energia, possibilitará a postergação, por um prazo ainda a ser definido, do recolhimento de ICMS nas compras de equipamentos para geração de energia. O objetivo do atual Governo é passar a produzir no Estado 70% da energia que importa, o que será possível, também, com a entrada em operação da usina de Angra 2, e com o início das obras de Angra 3. (14.04.99)
 
 

O Ministério de Minas e Energia finalizou o planejamento de construção da usina de Angra 3. Em 30.06 será emitida autorização para construção. A usina deve ficar pronta em 2005, com custo de US$ 1,7 bi, sendo 70% de recursos orçamentários da Eletronuclear e o restante financiado pelo DresdnerBank e KFW. A usina terá potência de 1.309 MW. O Ministro Rodolfo Tourinho acredita que este projeto reduzirá os pontos de vulnerabilidade do sistema elétrico no Sudeste (12.04.1999)
 
 

A UTE Uruguaiana da AES Brasil poderá antecipar em dez meses sua operação, produzindo 150 MWh a partir do fueloil, como combustível, segundo o presidente da empresa. Neste caso, o Estado deverá assegurar o pagamento do combustível, a liberação de licença ambiental e o custo de manutenção do equipamento. O MWh produzido com óleo combustível custa US$ 150,00, enquanto que com o gás natural, custa no máximo, US$ 30,00. A entrada em operação das três turbinas está prevista para novembro de 2000. Com o ciclo combinado do gás e vapor, a usina terá capacidade instalada para gerar 600 MWh. (07.04.1999)
 
 

A CMS Energy quer expandir sua participação no mercado brasileiro. Na área de geração de energia, a empresa estuda diversos projetos de termelétricas, a serem desenvolvidos com parceiros nacionais. As usinas térmicas em análise terão capacidade para gerar cerca de 1,5 mil MW. Considerando somente a participação da CMS nos projetos, o investimento deverá variar de US$ 200 mi a US$ 300 mi - num prazo de até três anos. A empresa quer, inicialmente, atingir o mesmo porte que alcançou na Argentina, o que exige investimentos superiores a US$ 1 bi. A empresa pretende, também, participar da privatização das geradoras brasileiras. (05.04.1999)
 
 

A Companhia Geral de Distribuição Elétrica (CGDE) planeja investir entre US$ 150 mi e US$ 200 mi em três anos no Brasil. O objetivo é ter instalados, no país, até 200 MW ao final do programa. A companhia, que tem origem portuguesa, acredita que o mercado de co-geração irá crescer no Brasil. (29.03.1999)
 
 

A Panamco Brasil, maior distribuidora da Coca-Cola no País, irá construir uma usina de co-geração de energia elétrica para atender a demanda da fábrica de Jundiaí, no interior de São Paulo. A usina exigirá investimentos de US$ 23 mi e permitirá uma economia da ordem de US$ 2,5 mi por ano. Será construída em parceria com as empresas Cogerar Sistemas de Energia e Messer Griesheim. A usina fornecerá, também, gás carbônico e outros insumos para a preparação de refrigerantes. (12.03.1999)
 
 

O Governo pernambucano retoma nesta semana a discussão sobre a construção da usina termelétrica da Celpe. O assunto será tratado em reuniões com uma missão do International Finance Corporation, empresa de desenvolvimento de projetos do Bird. (09.03.1999)
 
 

O presidente da CPFL, Ronald Degen, adiou a decisão de investimento em geração de energia a partir do gás natural da Bolívia. Segundo ele, o câmbio atual tornou inviável o preço da energia elétrica dessa fonte, chegando a US$ 60 o megawatt. Já os investimentos em distribuição de energia em 99,afirmou Degen, serão de R$ 140 milhões. Entre os investimentos adiados pela CPFL, estão os projetos de Piratininga, da Rhodia e uma usina térmica de 900megawatts. Outro motivo do adiamento dos investimentos é o aumento dos preços dos equipamentos importados. Degen também afirmou que não há, atualmente, financiamentos para a construção das usinas térmicas. O presidente acredita que, dessa forma, talvez se chegue a um preço de R$40,00 o megawatt/hora. (27.02.1999)
 
 

Três mineradoras de Santa Catarina apresentaram projetos para a construção de usinas termelétricas ao governo federal e já estão gozando de recursos liberados (de US$ 80 mil a fundo perdido) ou em fase de liberação (US$ 500 mil) pelo governo americano. Os empresários do setor aguardam os resultados de viabilidade técnica e econômica que já foram contratados junto a organismos dos Estados Unidos. (22.02.1999)
 
 

O gasoduto Bolívia-Brasil vai permitir à Celesc viabilizar projetos de geração a gás natural. A primeira usina termelétrica deverá surgir em Joinville, principal pólo industrial catarinense. O projeto da termelétrica de Joinville, orçada em R$ 300 mi, terá o porte de 550megawatts (MW) e capacidade de consumo de 1,8 mi de metros cúbico de gás por dia. (09.02.1999)